Asma – o quadro é comum, mas pode se agravar



No Brasil, a asma atinge 20 milhões de pessoas, o equivalente a aproximadamente 13% da população, incluindo adultos e crianças, de acordo com o Study of Asthma and Allergies in Childhood (ISAAC) – Estudo Internacional de Asma e Alergias na Infância – um dos mais importantes estudos epidemiológicos sobre asma do mundo.


Comumente considerada um problema banal, “tipo uma falta de ar crônica” que muita gente carrega desde a infância, a asma é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas que não tem cura e, dependendo da situação pode se agravar, sendo a quarta principal causa de internação por aqui, e responsável por cerca de 2.477 mortes (dado de 2017), segundo o Datasus.


O quadro mais grave da doença é a asma quase fatal que, segundo a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, é a que pode causar um ataque súbito acompanhado por uma parada respiratória – que foi o que aconteceu em 2019 com a escritora e apresentadora Fernanda Young, de 49 anos, que a levou à morte. De acordo com um recente estudo brasileiro, cerca de 16 % dos casos da doença são apresentados dessa forma.


Nesses casos, os sintomas aparecem com mais de um dia de evolução e são caracterizados pela associação de fatores como falta do uso de medicamentos de controle (os corticoides inalatórios), falta de adesão ao tratamento e de consultas regulares com o médico para seguir um plano de ação em caso de crises.


No mais, cerca de 85% dos casos, os portadores dessa inflamação crônica, normalmente convivem com os sintomas: falta de ar, chiado no peito, tosse intermitente, dor torácica ou sensação de opressão.


Desencadeados por situações como inalação de poeira, mofo, fumaça e produtos químicos como tintas, perfumes, produtos de limpeza e aerossóis; mudança brusca de temperatura; tempo frio; tempo seco; umidade; resfriados ou gripes; exercício físico e estresse, por exemplo.


Há ainda os casos em que a asma é provocada por alguns tipos de medicamentos como os betabloqueadores para controle da pressão arterial, colírios para glaucoma, aspirina e outros anti-inflamatórios não corticoides.


Respiração no alvo


Entre os tratamentos holísticos mais efetivos para melhorar os sintomas e qualidade de vida dos asmáticos, não há dúvidas de que as melhores opções são aqueles que atuam na respiração, melhorando o fluxo de ar, e purificando esse processo, seja física ou energicamente.


Reiki


A energia que a imposição das mãos traz mostra excelentes resultados para os asmáticos. Quanto mais relaxados esses pacientes saem de uma sessão, menor é a influência que a asma exerce sobre eles – diversos relatos comprovam que eles respiram muito melhor depois de iniciarem o tratamento com reiki.


Um dos meios de atuação dessa terapia é por ser uma ferramenta eficaz é reduzir a ansiedade e/ou o estresse emocional, situações que aumentam a frequência das crises de asma. Outro campo de atuação do reiki é bem parecido com esse mencionado e tem relação direta com a teoria de que a maioria das doenças está relacionada a desequilíbrios energéticos do paciente e que, a partir do momento que esses desequilíbrios são restaurados, a saúde pode ser recuperada.


Portanto, o efeito terapêutico do reiki pode trazer equilíbrio emocional e espiritual ao corpo, proporcionando capacidade natural e autossuficiente para ele se curar. Dessa maneira, a imposição das mãos pode diminuir a gravidade e o intervalo das crises de asma.


Aromaterapia


De maneira geral, pode-se dizer que ervas e plantas têm ação efetiva sobre a qualidade da nossa respiração. É um meio natural de trazer benefícios, acalmar, limpar, purificar diversas funções do sistema respiratório, e por consequência aliviar os sintomas da asma.


Uma das maneiras mais assertivas para tirar proveito desses benefícios é por meio dos seus óleos essenciais, especialmente de algumas plantas, são elas:


  • Eucalipto: uma das folhas mais antigas usadas para tratar tosse, asma, crupe e bronquite. Tanto que é uma das plantas mais cultivadas em todo o mundo por suas propriedades medicinais.

  • Hortelã-pimenta: não pode faltar na lista dos óleos essenciais mais indicados para limpar as vias respiratórias. O simples fato de inalar um ramo fresco já tem efeito terapêutico revigorante, imagine o óleo essencial... Esse é capaz de ajudar a aliviar resfriados, congestionamentos nasais, asma e outros sintomas até mais complicados.

  • Lavanda: suas propriedades anti-histamínicas e anti-inflamatórias promovem alívios intensos em quadros de bronquite, alergias, asma, entre outros.


Yoga


A prática dessa modalidade aumenta significativamente os sintomas da doença e a qualidade de vida dos asmáticos. Ainda não se sabe exatamente quais são os benefícios, mas, segundo pesquisadores da Universidade de Hong Kong, na China, acredita-se que tenha relação direta com a boa postura e exercícios frequentes de respiração e meditação.



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