Como lidar com a fome emocional? Mesa, despensa e geladeira só pioram a situação.


Antes de qualquer coisa, é preciso definir. Fome emocional é aquele impulso incontrolável (#sqn) de mastigar – sim, para quem tem o distúrbio muitas vezes nem importa “o que” esteja comendo, mais vale pegar algo para comer como válvula de escape dos problemas cotidianos – pelo simples fato de se sentir perdido, vazio, sem perspectivas, e num abismo de autocríticas.


É uma questão complexa. O estresse e a ansiedade dos tempos atuais são os principais vilões por trás do mau relacionamento que temos com os alimentos, e o pior, a conta chega: resultando em acúmulo de gordura, baixa autoestima e surgimento de doenças.


A senha para lidar a fome emocional é desacelerar, organizar melhor seu tempo com atenção para detalhes que, de certa forma, são simples e de fácil execução. O Portal de Saúde Holística elegeu abaixo três atitudes básicas, que já fazem uma enorme diferença.


Praticar atividade física. Basta eleger um tipo de exercício físico e praticar regularmente, sem exageros e grandes expectativas, o que importa é dar um start na mudança de hábitos. Uma caminhada feita com afinco já traz a sensação de autocuidado e, claro, com o tempo vem os benefícios físicos. O segredo é descobrir uma modalidade que você aprecie, faça com prazer.


Viver o hoje, simples assim. Viver um dia de cada vez, no presente. Pode parecer bobagem, mas é um grande passo para manter distância da fome emocional. A mente que vive no futuro sofre de ansiedade, e a que não consegue digerir os fatos do passado tende a deprimir.


Relaxaaar. Existem diversas “terapias de relaxamento” que podem ser usadas com essa finalidade, como yoga, meditação, respiração consciente (a das narinas alternadas, Nadi Shodhana, tão simples, é excelente para acalmar a mente), deixar fluir sua criatividade, seja através da música, da dança, pintura, jardinagem etc.


Praticar a generosidade. Estudos apontam que ser mais solidário e agradecer às bênçãos da vida diariamente são posturas aliadas para prevenir a fome emocional, pois ajudam na liberação de ocitocina e dopamina, que atuam diretamente na redução do estresse e ansiedade, aumentando o bem-estar.


Ter o famoso foco. E por fim, ter um propósito claro na vida e procurar viver de acordo com ele. As pessoas que têm essa clareza e são mais focadas tendem a ter menos conflitos internos e frustrações, logo se sentem mais realizadas e preenchidas, e a comida, nesse caso, não precisa ocupar a sensação de vazio.

Nos casos mais acentuados do distúrbio, vale até um tratamento de psicoterapia para tratar as causas da fome emocional. Fica a dica.



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