Dor na planta dos pés? Pode ser sobrepeso, exagero nos exercícios e desgaste pela idade



Certo dia você levanta e, ao ir para o banheiro, sente uma dor forte na planta do pé. Ao primeiro sinal de dor, parece que é algo de momento, mas nos dias seguintes o incômodo dolorido permanece e as fisgadas ficam cada vez mais claras sinalizando que alguma coisa não está bem.


Pela descrição, a chance de ser fascite plantar é enorme. Trata-se de uma inflamação da fáscia, tecido que reveste a musculatura da planta do pé, que vai do calcanhar à base dos dedos.


A dor é muito chata e às vezes se torna insuportável apoiar o pé no chão.

Na maioria dos casos, o que leva à dor é um estiramento ou microtraumatismos na fáscia plantar, causados por movimentos repetitivos ou “feitos de mau jeito” nessa estrutura do pé.


E como uma das funções da fáscia é manter a curvatura (sim, aquele arco na lateral de dentro) do pé firme, assim como amortecer e distribuir qualquer impacto que os pés sofram, quando esse “escudo” sofre algum trauma os pés ficam vulneráveis.


É papel da fáscia plantar: manter a estrutura óssea íntegra, absorver os choques e auxiliar o mecanismo da passada. Portanto, ela segura todas as barras. E quando as coisas não vão bem com ela, tudo fica mal.


Por isso, ela precisa estar 100% bem. Mas, geralmente, três condições desfavoráveis (e que passam despercebidas no dia a dia) podem causar a fascite: sobrepeso, prática exagerada de exercícios e desgaste pela idade.


Para saber exatamente o motivo do problema é necessário uma avaliação médica, com manipulação e toques na região, anamnese, exames de ultrassom, raio-X e ressonância para excluir a possibilidade de outras encrencas que têm sintomas semelhantes como esporão calcâneo, fratura por estresse no calcanhar e até trombose nas veias plantares. E a partir daí confirmar (ou não) a fascite plantar.

O tratamento consiste em repouso, alongamento dos pés, fisioterapia e terapias para aliviar a dor como aplicação de gelo, infravermelho, eletromagnetoterapia e acupuntura.


Em alguns casos, o quadro de inflamação, é tratado com prescrição de analgésicos e anti-inflamatórios. Nos quadros mais graves e nos quais a dor persiste pode ser indicado infiltração de corticoide no local. E, se depois de tudo isso, o problema persistir pode ser recomendada um cirurgia para liberação da fáscia, que, geralmente, não é complicada.

Acupuntura e eletroacupuntura


A inserção das agulhas atua, principalmente, aliviando os sintomas e estimulando pontos que vão controlar a dor e a inflamação da fáscia, por meio de dois mecanismos.


Os Opióides, que age produzindo a liberação de endorfinas; e os Não-opióides, que inibe a dor bloqueando os neurônios transmissores.


Alguns acupunturistas indicam a eletroacupuntura (versão que utiliza as agulhas ligadas a aparelhos elétricos) para a fascite plantar, por ser um método que amplia o campo de ação do tratamento, além de produzir um estímulo mais bem controlado e de atuação mais precisa, pois não é conduzido manualmente.


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