Sua amiga é mais feliz que você? Tem uma vida mais interessante? Cuidado com a comparação.


Basta uma breve passadinha nas redes sociais de duas ou três amigas para sentir um vazio, uma sensação de “água morna”... Isso porque não nos sentirmos tão divertidos ou interessantes como elas. Mas será que é isso mesmo?


Existe um modelo de felicidade imposto pela sociedade, de uma vida perfeita que acaba gerando ansiedade e uma distorção sobre quem nós somos.


Mas o que acontece é que essa dinâmica do que é ser feliz, do que é ter uma vida interessante, validada pela sociedade acaba interferindo nas nossas crenças, nos nossos padrões emocionais.


Não deveria, já que “o que nos faz feliz” é uma das coisas mais subjetivas que temos, cada um tem uma busca, uma necessidade.


Sai dessa, enquanto é tempo! O coletivo, a maioria, está adoecendo, com problemas de autoestima, medo de amar, de se abrir para as relações autênticas.


É nessa hora que é preciso cuidado com a comparação! Pois pode ser que você abra mão do que está bom para migrar para aquela área comum, do senso de pertencimento de valores que estão longe de serem os seus.


Isso pode ser um desastre e deixar cair por terra conquistas e crenças que você está a caminho de conseguir para pisar num terreno nebuloso, árido, esturricado.


Não cometa esse erro: trocar a sua realidade pela idealização, pela imaginação dos outros. Isso gera uma sensação de incompetência, de fracasso.

E o pior é que esses rumos tortuosos que a gente tende a seguir, para pertencer à maioria, são IRREAIS. Porque esse conceito ditado pelo inconsciente coletivo também não existe.


Temos que nos conectar com a nossa alma e fazer perguntas cruciais: o que eu busco? O que me deixa feliz? A resposta deve ser a motivação para seguir o seu caminho, só seu, de mais ninguém. E deixar a máscara de lado (ela pesa, ela sufoca e fica impossível carregá-la por muito tempo) para sentir a alma transbordando de amorosidade, sentir que você faz sentido na vida, que suas relações têm sentido, que você está na direção de suas buscas.


A autenticidade não tem preço, experimente ser fiel aos seus desejos, desprender-se dos padrões e veja como É LIBERTADOR.Mesmo porque “os padrões” podem estar doentes.


Para entender melhor essa dinâmica do comportamento, assista o vídeo da Juliana Maia, terapeuta de Mucugê, na Bahia e aproveite a maré de transformação energética para corrigir o rumo.


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